Categorias
O blogue

Transfiguração

Dunga e banda

Categorias
O blogue

The Black Godfather

Joost, o sistema barra pesada P2P de IPTV, matou o programa cliente e colocou tudo em flash. Se os donos liberarem upload, Youtube e similares morrem. Tem pra ninguém.

Para comemorar a qualidade, filme trash chamado The Black Godfather. Como eu não sei como colocar, ainda, um vídeo do Joost no blogue, o leitor tera de clicar no link para degustar a fita transmitida em Joost.

Categorias
O blogue

Finalmente

Hoje, dei as primeiras aulas de 2009. Ainda não voltei com força total. Esta é só em fevereiro. Importante é que tenho, até agora, um aluno em janeiro. Fim das férias forçadas que me consumiam. Ficar parado é ruim pra cuca. A gente pensa, infelizmente, em muita coisa errada. Ontem, por exemplo, eu e minha pequena fomos ao inferno. Levei-la no bairro Belvedere para que ela entendesse a cidade. Lá é feio. Pessoal não cuida dos pontos de ônibus porque a população os toma em chão batido em meio a grama defronte a um shopping. Tem gente que acha bonito. Eu e minha mulher não. A gente anda de ônibus. Bom, seja como for, hoje voltei ao batente levemente. Este ano de 2009 será árduo: preciso equacionar os problemas. Dará muito trabalho, mas, no final, a graça do negócio é exatamente essa.

Categorias
O blogue

Coisas inúteis do dia a dia

Falarei do nada. Faltam-me idéias. Antes, escreverei que ideia nova agora é sem acento. Novamente, o editor ainda não está atualizado. Logo, que se f(¨#!

O portal Terra mudou o visual. Eu era acostumado de tal forma com o antigo que era mecânica minha relação com ele. Agora, apanho para achar as informações que preciso para o meu dia a dia ser mais ocioso. Com tanta informação disponível na rede, é impossível não perder tempo em besteiras. Vale até ler blogues inúteis como este. Afinal, perder tempo lendo uma coluna de um maniaco depressivo que não tem o que falar salvo do próprio umbigo é, bom, a palavra fica com o leitor porque estou apenas batendo no teclado apenas pelo vício diário. O ritmo de atualizações por aqui é maior do que o necessário. Todo dia, uma nova porcaria. Assim como a Internet. O indivíduo que chegou até esta palavra já parou pra pensar quantas inovações chegam a rede diariamente. Questão de serviços que eles enfiam para gente sentir, deliberadamente, embaixo da goela. Ontem blogue, hoje twitter. Confesso que não criarei uma conta de microblogging. Meu ócio tem limite.

O texto ta ruim e sem lógica. Precisei escrever tal frase para quebrar. Texto sem planejamento fica uma merda. Ou eu coloco o numerário ou uso da boa e velha gambiarra. O leitor deve se questionar o porquê do artificio. Digo que quero citar que antigamente era mais fácil achar o ser humano. Com todo o avanço tecnológico atual, eu conseguia achar os outros com mais facilidade quando não havia celular ou Internet. A gente usava recados, agenda de papel e aceitávamos pedidos. Hoje, basta clicar ou apertar. Contudo, se o celular estiver o desligado ou a rede não se encontrar, bate o desespero. Sei lá se é um maniaco depressivo escrevendo merda ou um sentimento – usando um termo mais fecal ainda – coletivo.


Não me lembro quando bati no teclado para um texto tão ruim. Ficou feio. Por um breve momento, pensei em não publica-lo. Todavia, foi. Enquanto eu espero o resultado da dosagem de lítio no sangue que somente ficará pronta na quarta, tocamos a vida.

Categorias
O blogue

Novo rumo

Se eu disser que minha existência caminha por um profundo planejamento visando a ausência de solidão, vocês acreditam? Usando o bom e velho clichê, assumo que estou numa fase que pela primeira vez me sinto adulto sem medo. Propus-me alguns desafios e somente eles me interessam doravante. Acabou a brincadeira dos vagões que vão a lugar nenhum. Sou alguem e essa coisa de esperar pela iniciativa privada morreu em mim. Tenho meu emprego informal como professor de inglês que de algum maneira, prover-me-a as taxas dos concursos. Sim, leitores: cansei de socar a mão em faca para lamber o próprio sangue. Não preciso mais. Se eu estudo, passo num concurso e viverei o sonho brasileiro da pseudoestabilidade que o cargo oferece. Minha carne já foi marcada a ferro quente ainda em berço com a grafia PÚBLICO NÃO É PRIVADO.

Mudei de rumo porque quero estar com minha pequena, cuidar dos familiares, publicar meus textos que mofarão em bibliotecas e não mais chegar no final do mês num estado longe de Pareto. Se sobrar dinheiro, filmo uma grande horta com um bando de economistas dizendo que a taxa marginal de substituição é linda.

Categorias
O blogue

Existem os vencedores. Sorridentes seres que batem na mesa para afirmar sobre a vagabundagem de homens sem sono que ficam na cama. Com seus dentes brilhantes oriundo de hábitos consumistas que resumem a existência num compromisso marcado na agenda profissional, eles são os exemplos. Tudo é para eles. Já o outro irmão se encontra, segundo os padrões pré-estabelecidos de vitória, no setor da preguiça. São pessoas que desmerecem atenção do mundo corporativo. Já ouvi que depressão não existe.

Pois bem: eu não confio em quem afirma que depressão não existe porque desconhece o vento frio no estomago quando o único sentido é a melancolia. Medo é aquele longe do ambiente de trabalho. O horror melancólico diz respeito ao ser humano. Sinceramente, mais vale um deprimido no meu mundo do que um sorridente ser que nada faz salvo seguir os padrões pré-estabelecidos ao desconhecer que o próximo sofre porque passa por alguma necessidade.

Para vários, sou um legítimo perdedor!

Categorias
O blogue

A hora do escriba

Não fiz a barba, esqueci as formas de conjugar o verbo BARBEAR, confundi os horários dos laboratórios, deixei o exame de lado, irritei-me, queira ir à missa, o horário desconheço se me permitirá, prometi não mais dizer F caso o dente receba cola, acabei de fazer (ou não) uma piada interna e sei que o texto é uma merda.

Categorias
O blogue

Rotina

Há um novo texto chamado Coisas em HDC. A escrita, lentamente, volta a fluir nas veias.

Categorias
O blogue

Nova ortografia

Eis que as palavras mudaram. Não mais acentuamos certas coisas. Ainda apanho. Confesso que sou dependente do editor de texto para a escrita. No meu caso, uso o do pacote BrOffice. Nada contra o editor contido no pacote de programas da Microsoft. Apenas costume. Uma vez, precisei formatar a máquina e como não tinha o MS Office, instalei o genérico da Sun. Acostumei. No final, ganhei porque o Office solar tem as mesmas coisas que o outro e é livre.

O texto era para conter alguma ideia. Testando o editor que uso, ele ainda não é preparado para a nova ortografia. Até existe um atualizador no programa, mas nada de novas versões ou um dicionário novo. Logo, escreverei gringamente: ora no modo antigo, ora na novidade. Demorará para acostumar com as atuais regras.

Enquanto isso, ouço a rádio Canção Nova. Tornei-me um convertido. Hora do terço. Desligo e mudo para televisão. Nela, também rezam. Gosto do negócio porque me deixa calmo. Deus, dai-me força, sempre! A batalha é longa, árdua, mas não solitária.

Outro assunto para este texto: amanhã mais exames. Dosagem de lítio no sangue é o cardápio. A médica pediu e lá vou eu. Desta vez, novo laboratório. Descobri um lugar para tirar o liquido vermelho nem três quarteirões daqui de onde me escondo. Antes, precisava pegar o ônibus ou o taxi. Era ao lado da médica. Ainda é: apenas eu que não mais farei os exames em tal laboratório. Doravante, é perto de casa. Depois, se as moedinhas permitirem, passarei na padaria e mandarei pra dentro do bucho um pão com mortadela.

Categorias
O blogue

Manual

Serei um manual de autoajuda. Destes baratos, populistas, mal escritos, cheios de chavões esculpidos em banalidades e impressos em boa folha. Não digo que a impressão serão no glorioso papel bíblia, pois apenas o santo livro pode ter a honra de usar a mais limpa das substâncias formadas de trapos ou de matérias vegetais reduzidos a massa e disposta em folhas (www.priberam.pt). Apenas quero ajudar. Escrever algo que deixe o leitor mais esquecido das dificuldades do mundo real. Não que deseje suas fugas. A realidade é bela e igualmente feia, mas é tudo que temos no momento. Não podemos fugir da vida. Esta que é nosso maior bem. Trilhemos o caminho dos justos para conhecermos o paraíso quando o dia do juízo chegar.

Quero apenas que o leitor se divirta com meus textos pessimamente redigidos porque durante os minutos que eles demandam para consumo, ele se divirta, relaxe e pense que a melhor coisa a se fazer é tocar a vida com leveza porque não adianta viver de outra forma.