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Deus cuida de mim

Salette Ferreira e banda

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Surto

E então eu surtei. Perdi dois blogues e meio no meio da confusão. Sinceramente, não me importo com os 1600 textos deletados da Internet do CGDD. Também não dou a mínima com o que perdi do O Desafio do Pé de Porco. No segundo, houve backup e no primeiro, metade dos escritos estão salvos em outra mídia. Já o blogue Estoretas, a coisa complica. Perdi para sempre boa parte das redações. Duas peças inéditas, achei  e as  coloquei no Hank Dupea Chaninki. Boia e A diferença.

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Assistindo Anjos da Arrabalde

Filme brasileiro dos anos 80. Produção via Emabrafilme era mais transparente do que as atuais. Tinhamos um estúdio estatal e ponto. Nada dessa coisa pseudo-público que governa o cinema atual. Entretanto, não é objetivo deste texto comentar qual modelo de financiamento é mais eficiente. Quero falar alguma coisa do belo filme rodado pelo Carlos Reichenbach em 1987. Uma sincera estória de três professoras na periferia de São Paulo. Confesso que fazia tempo que não via uma fita nacional tão boa.

Obs: o link indicando o nome do cineasta em questão vai para o blogue pessoal de tal

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Numerário

I

Descobri um especial gravado em 1977 do Elvis Presley. Ele está no Google Video e o link é este. É interessante para  ver como as coisas mudaram em 31 anos. Tirando a bronquite que me maltratava, vivia melhor naquela época do que hoje. Sou de 1976 e na ocasião do especial do Elvis feito pela emissora CBS, meus problemas eram outros. Desconhecia dinheiro e contas.

II

Segunda-feira a passagem de ônibus em BH aumenta. De $2,10 vai pra $2,30. Pode parecer pouco os $0,20, mas no final do mês isso dá um rombo no orçamento.

Meu meio de transporte é ônibus.

A justificativa para a elevação do preço da passagem: não sei. Parei de ler as notícias até o final, mas deve ser a crise. Esta que serve para tudo. Até existe um outro motivo, mas neste blogue prometi não falar sobre determinados assuntos.

III

Voltou a chover na capital das Minas Gerais. Queria caminhar. Entretanto, a garoa não deixa. Mais um dia preso em casa a olhar alguma coisa. Esta semana de ócio forçado já torrou a paciência.

IV

Deu vontade de comer pastel.

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Assistindo Quintet

A semana entre o Natal e o Ano Novo é o ócio absoluto para o pacato professor de inglês que vos escreve. Enquanto minha mulher não chega à BH para terminarmos com 2008, mato o tempo lendo, vendo filmes ou escrevendo estes textos idiotas. Hoje, vi duas fitas. O post anterior é a outra. Agora, enquanto a missa da Rede Vida passa na TV, escrevo algo para o segundo filme. Acabei de vê-lo. Se gostei? Sou suspeito porque seu diretor – o norte-americano Robert Altman – é favorito da casa.

Como descrever Quintet? Ele é uma ficção cientifica das melhores. Num mundo congelado, seus habitantes possuem como hábito um jogo que dá nome ao filme. O personagem principal não é um praticante, mas como tem seu irmão assassinado, resolve se vingar. O elenco da fita tem Bibi Anderson, Paul Newman, Vittorio Gassman e Fernando Rey. Sem contar na desfocada direção de fotografia que dá um efeito bem curioso de fotograma em forma circular. Outro ponto que me agradou: a direção de Robert Altman que não explica muito os fatos gerando ambigüidade. Ficção científica boa é aquela que deixa o leitor voando a pensar no que é o assunto. 2001 e Solaris que o digam.

Coisa fina da sétima arte mundial.

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Assistindo Estômago

Contarei o final e deixarei o leitor julgar o filme. O herói mata o patrão que comia aquela que seria a namorada, uma prostituta. Ele corta a bunda da sua amada e frita o lombo. Já na cadeia, ele promove uma orgia gastronômica e elimina pelo estômago o cara que manda na cela. Isto resulta num bom filme? Depende do critério de avaliação. Sou da teoria das preferências individuais como parâmetro e nada daquela conversa furada sobre crítica cinematográfica. Se o indivíduo gosta da fita, ela é boa. Dito isto, estamos diante de um filme nacional produzido com as leis do audiovisual e apresentado pela Petrobras. Dado que acredito na ciência que estuda as preferências individuais, a grana pública gasta em Estômago seria alocada em pesquisa científica por exemplo.

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Leituras e filmes

Terminei com Fundação II. Ao contrário da Trilogia original, a continuação é fraca Ficou a impressão que o autor fez as páginas para unir suas crias robóticas e seldianas. Não conheço os robôs salvo as três leis. Contudo, ao construir o clímax as envolvendo, ficou a impressão de remendo. Bom, feliz é o autor que pode construir uma vasta obra onde tudo se relaciona mesmo que um livro sirva como esparadrapo. Num futuro ainda não determinado, lerei as obras asimovianas sobre robôs. Já amanhã, relerei algo que conheci no colégio. Machado de Assis é o escritor e Memórias Póstumas de Brás Cubas é o romance.

Filme: vi Standard Operating Procedure do Errol Morris. Que filme! O documentário sobre os militares-fotógrafos que registraram cenas de tortura numa prisão norte-americana no Iraque é uma porrada. O Sr. Morris prova por a mais b que é o melhor documentarista em atividade.

Outro filme: Vicky Cristina Barcelona do Woody Allen. O roteiro é bem escrito, a direção é segura, mas a estória de duas amigas resolvendo seus problemas com o amor não bateu bem no estomago. Rotularei o filme com duas formas. A primeira é afirmando que tal fita não difere muito dos folhetins do Manoel Carlos. A segunda, cinema para as classes A e B dos grandes centros urbanos de países que não são primeiro mundo. Sei que é uma definição um tanto louca esta, mas é cinema para gente que enxerga na pseudo-sofisticação das coisas cosmopolitas, o modo de vida. Filme após filme, acredito que o Sr. Allen é um cineasta que já deu o que tinha que dar.

Até o final do ano, verei Estômago, Anjos da Arrabalde e Quintet.

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Palavra da salvação

João 1
1 No princípio era o Verbo, e o Verbo estava com Deus, e o Verbo era Deus.2 Ele estava no princípio com Deus. 3 Todas as coisas foram feitas por ele, e sem ele nada do que foi feito se fez. 4 Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. 5 E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam. 6 Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João. 7 Este veio para testemunho, para que testificasse da luz, para que todos cressem por ele. 8 Não era ele a luz, mas para que testificasse da luz.9 Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo.10 Estava no mundo, e o mundo foi feito por ele, e o mundo não o conheceu.11 Veio para o que era seu, e os seus não o receberam.12 Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, aos que crêem no seu nome;13 Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade da carne, nem da vontade do homem, mas de Deus.14 E o Verbo se fez carne, e habitou entre nós, e vimos a sua glória, como a glória do unigênito do Pai, cheio de graça e de verdade.15 João testificou dele, e clamou, dizendo: Este era aquele de quem eu dizia: O que vem após mim é antes de mim, porque foi primeiro do que eu.16 E todos nós recebemos também da sua plenitude, e graça por graça.
17 Porque a lei foi dada por Moisés; a graça e a verdade vieram por Jesus Cristo. 18 Deus nunca foi visto por alguém. O Filho unigênito, que está no seio do Pai, esse o revelou.

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Retrospectiva e lições

2008: o ano que surtei. Tomei uma porrada que me colocou no devido lugar. A gente não vai mudar o coletivo. É estupidez pensar que podemos alterar o fluxo das coisas quando toda informação é para o outro lado. Contudo, a gente pode trabalhar para melhorar as pequenas coisas que independem do poder estatal. O indivíduo que salva um homem, salva toda a humanidade.

Depois da pancada, sou uma história católica cheia de amor fraternal.

Fiquei doente em 2008 e com a doença cantarei.

Vamos as lições do ano que termina.

1 – Blogue metido a político pode ser uma bala perdida oriunda de uma roleta russa;

2 – A escrita ficcional é solo que gera bons frutos;

3 – O grande exemplo que o Brasil tem é um padre irlandês;

4 – Contato e/ou dinheiro no bolso superam, infelizmente, o talento individual;

5- Lecionar é uma arte;

6- Doença própria ou de terceiros não é o centro do universo;

7- Tudo tem um limite;

8- Feliz é o homem que não dá a mínima pra ideologia;

9- Deveria ter falado menos e ralado mais em 2008;

10- Minha mulher é pra vida toda.

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Natal

Mateus 1

1 Livro da geração de Jesus Cristo, filho de Davi, filho de Abraão.2 Abraão gerou a Isaque; e Isaque gerou a Jacó; e Jacó gerou a Judá e a seus irmãos;3 E Judá gerou, de Tamar, a Perez e a Zerá; e Perez gerou a Esrom; e Esrom gerou a Arão;4 E Arão gerou a Aminadabe; e Aminadabe gerou a Naassom; e Naassom gerou a Salmom;5 E Salmom gerou, de Raabe, a Boaz; e Boaz gerou de Rute a Obede; e Obede gerou a Jessé;6 E Jessé gerou ao rei Davi; e o rei Davi gerou a Salomão da que foi mulher de Urias.7 E Salomão gerou a Roboão; e Roboão gerou a Abias; e Abias gerou a Asa;8 E Asa gerou a Josafá; e Josafá gerou a Jorão; e Jorão gerou a Uzias;9 E Uzias gerou a Jotão; e Jotão gerou a Acaz; e Acaz gerou a Ezequias;10 E Ezequias gerou a Manassés; e Manassés gerou a Amom; e Amom gerou a Josias;11 E Josias gerou a Jeconias e a seus irmãos na deportação para babilônia.12 E, depois da deportação para a babilônia, Jeconias gerou a Salatiel; e Salatiel gerou a Zorobabel;13 E Zorobabel gerou a Abiúde; e Abiúde gerou a Eliaquim; e Eliaquim gerou a Azor;14 E Azor gerou a Sadoque; e Sadoque gerou a Aquim; e Aquim gerou a Eliúde;15 E Eliúde gerou a Eleázar; e Eleázar gerou a Matã; e Matã gerou a Jacó;16 E Jacó gerou a José, marido de Maria, da qual nasceu JESUS, que se chama o Cristo.17 De sorte que todas as gerações, desde Abraão até Davi, são catorze gerações; e desde Davi até a deportação para a babilônia, catorze gerações; e desde a deportação para a babilônia até Cristo, catorze gerações.

18 Ora, o nascimento de Jesus Cristo foi assim: Estando Maria, sua mãe, desposada com José, antes de se ajuntarem, achou-se ter concebido do Espírito Santo.19 Então José, seu marido, como era justo, e a não queria infamar, intentou deixá-la secretamente.20 E, projetando ele isto, eis que em sonho lhe apareceu um anjo do Senhor, dizendo: José, filho de Davi, não temas receber a Maria, tua mulher, porque o que nela está gerado é do Espírito Santo;21 E dará à luz um filho e chamarás o seu nome JESUS; porque ele salvará o seu povo dos seus pecados.22 Tudo isto aconteceu para que se cumprisse o que foi dito da parte do Senhor, pelo profeta, que diz;23 Eis que a virgem conceberá, e dará à luz um filho, E chamá-lo-ão pelo nome de EMANUEL, Que traduzido é: Deus conosco.24 E José, despertando do sono, fez como o anjo do Senhor lhe ordenara, e recebeu a sua mulher;25 E não a conheceu até que deu à luz seu filho, o primogênito; e pôs-lhe por nome Jesus.